Os anos subsequentes vivenciaram meu envolvimento maior com a astrologia medieval, pela mais completa falta de confiança na indiana. Contribuiu para isso a falta de didática dos livros e a diferença dos zodíacos, que me deu um nó completo na cabeça.
Os indianos, como um amigo meu disse, não são as melhores pessoas em se tratando de didática... Mesmo os métodos deles sendo bons e sofisticados, o estudante se afasta devido a acessibilidade parca.
Ao contrário dos ocidentais, os livros indianos são recheados de exemplos e carentes de resumos, princípios gerais de interpretação, etc. Eu me mantive relativamente distante da Astrologia Indiana, eventualmente lendo um ou outro autor indiano ou norte-americano.
Claro que, dada a proximidade cultural, os autores americanos de jyotisha são mais 'fáceis' de serem digeridos... entretanto, eles são os que tem a chance maior de simplificarem a Astrologia indiana, como James Braha o fez. É incrível como o sistema de sinastria indiano funciona - o kuta - e no entanto James sequer se prestou a divulgá-lo, simplesmente alegando que ele não está alinhado com as necessidades dos ocidentais, e por isso não funcionaria na cultura americana. Pois eu já tive a oportunidade de testar e, veja só que curioso... em vários casais, o kuta deu excelente, indicativo de casamento... e de fato, eles eram casados, alguns há 30 anos... Todas as pessoas casadas com as quais eu já fiz tinham um kuta perfeito para casamento... E todas elas eram ocidentais... Se isso não for um método que funcione em qualquer cultura, então me diga o que é.
Mas não são somente os americanos que simplificam a jyotisha. Os próprios indianos o fazem, quando se percebe que ninguém - ninguém mesmo - aplica tudo aquilo que está no livro de Parasara, o Brihat Parasara Hora Sastra. Talvez aqueles que se aproximam desse intento são Sanjay Rath e P.V.R. Narasimha Rao, mas mesmo assim a análise deles não leva em conta tudo.
Por notar o esforço desses dois autores, e por ter lido seus livros e concluído que a didática deles é muito melhor, que voltei a me apaixonar pela jyotisha ao final de 2009. E aí que voltamos ao tópico da retificação.
Eu comecei a ler as aulas que N. Rao ministrava no Jagganath Center, em Boston. Numa delas, ele deu diretrizes para se retificar o horário de nascimento, percorrendo vários mapas divisionais. Além disso, dava instruções para que o Pranapada Lagna, um ascendente especial, retifique o horário de nascimento no instante exato que ele ocorre. Baseado nisto, eu ajustei o Ascendente do mapa divisional chamado Chaturvimshamsa (que indica o conhecimento da pessoa) para que representasse em técnicas preditivas o momento da minha entrada na faculdade e em seguida o ingresso na pós-graduação. E coloquei o Pranapada Lagna nos trígonos do Ascendente, como foi dito por ele. O horário em que tudo isso ocorria ao mesmo tempo foi 6:58:11 AM. Isto mesmo, precisão de segundos.
Eu fiquei alguns meses usando esse horário, mas depois conheci a obra de Ernst Wilhelm, um norte-americano que foge à regra da simplificação da astrologia. Ernst pretende concluir uma reconstrução ampla do sistema de Parasara e Jaimini.
Com a mudança de 'mestre' e de ensinamentos, eu achei melhor voltar ao meu horário de nascimento da certidão e recomeçar a retificação usando a versão de Ernst da Astrologia de Parasara, porque eu tinha mudado muitos parâmetros conceituais e meu mapa talvez não funcionasse com esses outros parâmetros se visto sob outra perspectiva. Acredito que o principal parâmetro que mudou na minha prática, a meu ver, é que deixei de usar o zodíaco sideral e retomei o tropical, por recomendação de Ernst. Quando eu retifiquei meu horário, usei o zodíaco sideral Lahiri.
A essa altura, já tinha percorrido a astrologia moderna, a medieval e a indiana, esta última sob mais de uma perspectiva. Já tinha retificado meu horário mais de duas vezes, as mais notáveis foram relatadas aqui. Ia para minha última retificação até então... Que horário de nascimento daria?
Usando as técnicas que aprendi com Ernst, e o mapa divisional chamado Shashtiamsa (no qual o Ascendente muda a cada 2 minutos), ajustei meu horário para que o Shashtiamsa representasse adequadamente a minha profissão de médico, talvez o único tipo de trabalho com o qual lidei desde que comecei a minha vida laboral.
A Shashtiamsa tem que confirmar o mapa natal. Ela significa tudo: casamento, doenças, etc. Portanto, ela também teria que representar que sou médico, e não o fazia com o horário de 7:00h.
Baseado nessa incongruência entre a vida e o mapa, concluí que ele necessitava de retificação. Ajustei o horário para que o Ascendente fosse Gêmeos na Shashtiamsa. Assim, colocaria Ketu, o nodo Sul, conjunto ao Pada, representando envolvimento com Astrologia, e o Sol conjunto ao upa-pada, representando medicina, com outros detalhes que não convém ao caso aqui.
Tinha a impressão que chegaria a outro horário, completamente diferente dos demais. Só que, com a correção da Shashtiamsa, cheguei ao horário de... 6:58, quase igual ao horário que cheguei usando as técnicas de Rao!
Eu tenho a crença de que nós, astrólogos, nunca saberemos do horário real de nascimento de ninguém, e que as retificações que realizamos servem para que o mapa funcione melhor com as nossas técnicas. Partindo desse pressuposto, cada escola de astrologia usaria um horário diferente. Dessa vez, duas escolas diferentes deram o mesmo horário. Essa coincidência me serviu de alerta para rever meus conceitos.
Talvez você esteja pensando: Rodolfo, não faz sentido o que diz. Quer dizer que uma pessoa tem Ascendente Leão e o Astrólogo muda o Ascendente dela para Câncer, só para que a técnica dele funcione melhor? Na maioria dos casos, não é isso que acontece. Comparando a retificação feita por astrólogos diferentes para um mesmo mapa, o Ascendente costuma 'dançar' entre graus próximos dentro do mesmo signo, a depender do astrólogo, mas isso geralmente não muda a interpretação do mapa em quase nada, apenas as técnicas preditivas.
Por exemplo: as opiniões sobre meu verdadeiro ascendente, já variaram de 17° a 20° Áries - mudança que não tira nenhum planeta da casa a qual pertence no horário de 7:00AM, mas que causa diferença a depender da técnica preditiva que você usar. Cada astrólogo vai querer mudar esse grau do Ascendente a depender da técnica que ele preferir, tudo isso para que a técnica se alinhe com a data em que aconteceram os eventos.
Dessa forma, a interpretação não é muito abalada com a mudança sutil do horário para a maioria dos astrólogos ocidentais, que só usam apenas um mapa. Só que, na Índia, isso é totalmente diferente: mudar sutilmente o horário pode mudar algum mapa divisional de Ascendente, o que influirá radicalmente na interpretação do mesmo.
Baseado nisso, é de se espantar que duas escolas diferentes e que usam zodíacos diferentes cheguem ao mesmo resultado... Isso me deu uma certeza maior de que meu horário seria de 6:58:11, e de que ele pode ser um horário real.
As direções primárias são uma técnica que depende de um esforço homérico de cálculo para se se chegar a uma data que na verdade não marca um evento específico, mas sim o início de uma tendência a uma série de eventos. Na Astrologia Helênica e para Abu Ma'Shar, ela era concebida dessa forma.
A data em que acontece uma direção primária não representa a data de um evento, mas sim a data do começo de uma época que terá as qualidades da direção.Os eventos representados pela direção só acontecerão a depender da ativação simultânea por outras técnicas preditivas, como a profecção e a Revolução Solar.
- Não se mudam os regentes dos domicílios que conhecemos na Astrologia Ocidental. Por exemplo, Áries também é regido por Marte, considerando-se da mesma forma os outros planetas.
- As exaltações e quedas também não mudam, mas se atribui intervalos de graus de exaltação e queda específicos dentro dos signos. Mercúrio ainda tem sua queda (chamada de 'debilidade') em Peixes, porém somente na primeira metade do signo (de 0° a 15° de Peixes). O grau máximo de debilidade de Mercúrio fica em 15° de Peixes. Após 15°, mercúrio não é considerado em debilidade.
- Outra dignidade que não tem precedentes na Astrologia Ocidental é a Mulatrikona, que poderia ser traduzida como 'signo de trabalho' ou 'signo produtivo'. É dito que o planeta deriva sua energia do Signo Mulatrikona. A maioria dos planetas tem suas mulatrikonas nos seus domicílios masculinos. A exceção fica para Mercúrio, cuja Mulatrikona fica em Virgem (que é ao mesmo tempo domicílio e exaltação de Mercúrio), e Lua, em Touro, signo da exaltação lunar.
Uma coisa interessante no que tange às dignidades intermediárias é que elas mudam conforme a posição do regente do Signo em relação ao planeta nele posicionado.
Dependendo da distância em signos entre um planeta e seu regente, a relação entre ambos pode ser amistosa ou inímica. Somando isso a relação natural que há entre os planetas, cria-se uma relação combinada.
Se quiséssemos saber a dignidade de Marte no Signo de Libra, é preciso saber duas coisas:
- A relação natural de Marte com o Regente de Libra, Vênus: Marte é neutro em relação a Vênus.
- A distância de Vênus em relação a Libra: Vênus em Aquário está a cinco signos de Libra, portanto é inimiga temporária dos planetas que estiverem nesse signo. A inimizade temporária acontece sempre que um planeta estiver a mais de quatro signos de distância, para frente ou para trás, do signo em questão, ou se o planeta regente estiver dentro do signo em questão.
Sabendo das informações dos itens 1 e 2, cria-se a relação combinada entre Vênus e Marte, o que define a dignidade de Marte nessa figura:
Neutro + Inimigo = Inimigo
Nesta figura, Marte está em Signo Inimigo
Um planeta em Signo Inimigo tende a fazer mal à casa onde ele se encontra. Os relacionamentos do nativo são estressantes (marte, um planeta krura - cruel) e não são auspiciosos (má dignidade de marte) quanto aos significados (karakatvas) de marte: viagens, irmãos, coragem, iniciativa.
De fato, os significados de marte listados acima são muito gerais, esbarrando em vários temas diferentes. Existe uma maneira de discerní-los: o signo de Libra pode ser dividido de várias formas e em cada uma delas marte terá uma dignidade e um significado diferentes.
Cada forma de divisão possui um significado específico. Se, por exemplo, marte estiver em má dignidade na divisão por três (Drekkana, que trata de irmãos), então podemos com mais certeza afirmar que os irmãos interferem negativamente nos relacionamentos. Caso contrário, a interferência pode ser até positiva. Além disso, se Marte não estiver angular (no 1º, 4º, 7º e 10º signos a partir do Ascendente) e ao mesmo tempo envelhecido no mapa Drekkana, a interferência não será tão crucial, seja ela boa ou ruim.
Esse é um esboço de uma teoria longa, que merece maior estudo. De qualquer forma, as dignidades de um planeta indicam produtividade nos seus assuntos. Perceba que a produtividade de um tema pode implicar a dilapidação de outros temas. Uma das consequências de se viajar (um dos significados de marte) são os gastos com passagem, hospedagem e alimentação...
*Escorpião
*Leão
*Virgem
Eu analisei cada um deles e concluo, por hora, que o melhor Ascendente é Virgem. (14/12/1947, 00:15, Belo Horizonte - vide mapa abaixo)

A escolha do Ascendente para uma pessoa com horário desconhecido é pedregosa. Não dá pra ser superficial e considerar que o melhor Ascendente é Escorpião só pelo estilo discreto de Dilma. Até porque muitos signos compartilham algumas características: Ascendente Virgem tende a ser tão discreto quanto Escorpião quando se trata de vida pública. Enquanto Escorpião é discreto visando segurança emocional, Virgem é estratégico na escolha das palavras e do melhor momento de agir devido à obediência às convenções.
Na verdade, a consideração do horário de nascimento tem de ser 'holística': levar em conta não apenas características marcantes do comportamento, mas também eventos e circunstâncias mundanas, como sucesso, vocação, etc.
A astrologia indiana sai na frente nesse ponto. Há dezesseis mapas a terem seus Ascendentes descobertos, e pode-se com isso refinar a escolha do horário em segundos. Claro que essa tarefa requer o conhecimento irrestrito da biografia da pessoa, coisa da qual não dispomos no momento. Antes de se estipular os Ascendentes dos mapas divisionais, há que se descobrir o primeiro e o mais importante Ascendente, o do mapa natal (Rasi).
Para este artigo, usarei técnicas da Astrologia Indiana no zodíaco tropical,
que tem surtido bons resultados. Não se trata de invencionismo: o uso de um
zodíaco sideral nunca foi explicitamente defendido em nenhum tratado de
astronomia indiana.Os períodos planetários empregados serão parte da técnica Vimshottari Dasha,
mas as constelações estão sob a perspectiva do Equador terrestre, e não
da eclíptica, o que gera períodos diferentes em relação à maioria dos
programas, que usam o zodíaco como referencial. Essa instrução de cálculo
dos Nakshatras está presente no Surya Siddhanta e no Pancha
Siddantika e tem gerado excelentes resultados. Depois que descobri essa
forma de calcular os dashas, Vimshottari Dasha nunca mais me desanimou
como outrora.O único programa que calcula dessa forma é o software kala, que pode ser comprado
no site vedic-astrology.net.
Considerando que uma pessoa como Dilma chegou à presidência do maior país da América Latina, seria óbvio que seu mapa portasse várias configurações de sucesso mundano, espalhadas em mais de um mapa além do mapa natal.
Além do mapa natal, que representa o corpo da pessoa, existe um mapa só para os seus grandes feitos, chamado de Dasamsa, mapa que é formado pela divisão do signo em dez partes iguais.
Os indianos usam a expressão srimantah (pronuncia-se 'chirimântarra') para se referir a uma pessoa com glórias, sucesso e dinheiro. Apesar do Dasamsa ser um mapa de grandes feitos, não é comum uma pessoa tão importante assim ter configurações de Srimantah somente na Dasamsa e não no mapa natal. Em se tratanto de Dilma, eu esperaria isso em ambos os tipos de mapas.
Partindo desse pressuposto, a escolha do ascendente correto fica muito mais fácil. O horário com maior indicação de sucesso mundano é o predileto. Usando o horário de 00:15, Dilma possui Ascendente Virgem, com Júpiter, Mercúrio e Sol em Sagitário no fundo do céu, o quarto signo a partir do Ascendente. Existem vários indicadores de sucesso que se interpõem nesse mapa:
1 - O Pada do Ascendente (Lagna Pada ou Arudha Lagna) é um indicador de carreira e sucesso mundano. Ele é calculado tomando a distância em Signos entre o Ascendente e seu regente. Sendo o Ascendente regido por mercúrio e estando no quarto signo a partir do Ascendente, por uma regra especial o pada fica nesse mesmo signo.
2 - A conjunção de Júpiter com o Pada representa um srimantah.
3 - Soma-se a isso que o Sol - karaka (significador) do poder - está em conjunção com ele e ao mesmo tempo mercúrio - regente da X - confirma que o Sol representa uma carreira na política.
4 - Planetas na Casa 4 dão grande suporte material e espiritual à pessoa pois estão em Argala com o Ascendente, sendo que esse argala não está obstruído, dada a ausência de planetas na casa X.
Dilma soube que seria eleita no Maha Dasha de Júpiter, o planeta envolvido na configuração acima e que representa Srimantah pela conjunção com o Pada. Soube que seria presidenta no Dasha Júpiter/Rahu/Mercúrio, com Rahu na casa 6 a partir de Júpiter (disputa) e mercúrio em conjunção com Júpiter e regendo a dez a partir de Júpiter (poder). A casa 4 a partir do Ascendente talvez entre em cena com esses eventos produzindo grande felicidade para Dilma, pois essa casa representa as emoções da pessoa na Astrologia Indiana, além da mãe.
Diante do exposto, o Ascendente que mais se sincroniza com a trajetória de Dilma é sem dúvida Virgem, mas é óbvio que o estudo não para por aqui e outros fatores podem futuramente ser levados em conta e contrariar o anteriormente dito.
Na astrologia ocidental, a escolha da hora certa para um evento depende quase que unicamente da configuração dos planetas que regem o evento na hora em que ele começa, bem como a Lua. Não se dá muita importância à períodos de tempo regidos por planetas, como horas e dias da semana, apesar deles serem citados. No fim das contas, o que vale é como os planetas estão no mapa do evento.
Os planetas tem poucas chances de aparecerem no céu sob circunstâncias ideais. Isso faz com que sobrem um ou dois momentos ideais para começar um evento e um bando de momentos medíocres ou péssimos, possibilitando o milagre da multiplicação da mediocridade, bem do jeito que a vida acontece ao nosso redor. Afinal de contas, se chovesse diamantes, não seriam jóias preciosas...
Portanto, na astrologia eletiva, sempre há espaço para decepções e, mesmo sendo pequenas, acabam confundindo o astrólogo se o evento der errado. Todo esse cenário de tristeza me fez afastar da Eletiva e adentrar mais os meandros da Astrologia Natal, estudo que julgava mais promissor...
...Até que conheci a Astrologia Indiana, que me motivou um pouco mais a estudar esse ramo tão interessante. Eles chamam de "muhurta" (momento).
Na astrologia indiana, ao contrário da medieval, se dá extrema importância a intervalos de tempo regidos por planetas e à constelação na qual a Lua se encontra no momento do evento - sendo essa constelação a maneira indiana de se dividir os céus - os 27 asterismos, também chamados de Nakshatras.
Na Eletiva indiana, a qualidade do tempo importa mais sobre a qualidade dos astros do momento do evento, embora esta parte não seja negligenciada.Para um tema tããão amplo como esse, um post é deveras insuficiente. Mas vou mostrar o que é mais importante, o que ainda não será suficiente, pois não tenho condições mentais de escrever o mínimo requerido nem mesmo para o mais importante. Esse post, como vc já percebeu, é uma introdução para você ter idéia de como o método funciona (eu recomendo a leitura de "Classical Muhurta, de Ernst Wilhelm, que pode ser comprado em pdf aqui.)
- Os dias da semana (Vara) são regidos por planetas.
- Da mesma forma, as horas (Hora),
- Os nakshatras também são regidos por planetas, mas a eles se dão efeitos específicos, provavelmente correlacionados à mitologia do símbolo da constelação e a outros fatores astrológicos.
- Finalizando, temos os Tithis, que são os dias lunares, o ciclo Solilunar dividido por trinta, gerando cerca de 12,5° por dia de elongação da Lua em relação ao Sol. A esses, também se dão eventos e qualidades específicas.
Assim é a Muhurta... Como foi visto acima, os indianos dão muita importância a uma boa combinação chamada em abreviação de VTN (Vara + Tithi + Nakshatra). Um bom VTN propicia um evento auspicioso, sem contratempos.
Aproveitando o ensejo, abaixo eu mostro os melhores horários para quem mora no Rio de Janeiro e adjacências para se comprar qualquer coisa - de uma celular até uma casa. Claro que você não vai querer comprar uma paçoca nessas horas: aproveite as horas abaixo se nessa semana você quiser comprar algo que seja para durar. Se estiver certo, você fará uma boa compra, talvez a um bom preço e o produto não terá nenhum defeito de fabricação e uma boa durabilidade:
- 20/06/2011 10:20-10:28
- 22/06/2011 19:23-19:41
- 23/06/2011 19:33 - 20:20
- 23/06/2011 20:35 - 21:33
Rodolfo.
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