29 de nov de 2007

Previsões

Algumas previsões são bem fáceis de serem achadas em técnicas preditivas, outras não, requerem um trabalho extra sobre o mapa que você está procurando. Com a Revolução Solar é assim.

A última Revolução Solar que fiz de alguém foi bastante produtiva para perceber que os métodos funcionam de um modo nem sempre desejável. Algumas verdades são obtidas "garimpando" a figura natal associada a Revolução. Outras estão na superfície, boiando, mas nem sempre os melhores presentes são dados de graça.

No presente momento estou comparando qual revolução solar é a mais adequada para representar eventos: aquela que usa precessão ou não. Pra quem não sabe, as estrelas não são o zodíaco. Elas se movem, lentamente, e as constelações que deram idéia aos signos gradativamente se separam do zodíaco. Fazer uma Revolução com precessão significa respeitar esse movimento e colocar sempre o zodíaco alinhado com as estrelas da mesma forma da época em que você nasceu. Isso gera uma figura bem diferente da Revolução sem precessão.

Alguns autores reagem com nojo a essa "novidade"; outros tem curiosidade, como Robert Hand, que definitivamente concluiu para si que a precessão nas Revoluções é necessária, porém grande parte da comunidade Astrológica pensa diferente.

Eu poderia escrever nesse blog um monte de novidades astrológicas, mas prefiro efetivar o que pensadores idealizaram nos séculos anteriores. Só assim saberemos se há alguma serventia nos métodos que fogem do mainstream astrológico. A Revolução com precessão é um belo exemplo.

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