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você fala complicado demais!



Tenho recebido (com razão!) comentários sobre a dificuldade em entender os meus posts. Eles trazem um linguajar técnico muito específico, então prometo aos meus leitores que vou maneirar daqui em diante.

Com base nessa proposta, penso em escrever um texto e distribuí-lo gratuitamente na internet, em PDF, como o meu estudo de caso número 1, ensinando os princípios básicos da astrologia medieval. Muita coisa que é produzida hoje em astrologia se baseia em bibliografia que pode ser encomendada em sites pela internet, mas somente a experiência pode ajudar a sintetizar e escolher quais são as melhores informações que você recebe. O PDF seria criado com essa proposta: facilitar a síntese de julgamento.


Sobre as minhas fontes bibliográficas.

O leitor que se interessa por esse ramo da astrologia perceberá alguns comportamentos recorrentes com alguns autores contemporâneos, como priorizar um livro em detrimento de outro, sendo este geralmente mais novo do que o anterior. A máxima "quanto mais velho melhor" cabe na astrologia medieval como uma luva. Enquanto o autor do blog não pode recorrer aos melhores livros, ele vai para outros cujo conteúdo é considerado duvidoso por muitos estudiosos do ramo. Apesar dessa incerteza, parto para esses estudos com o coração aberto a descobrir não o que é tradicional, mas sim o que a prática atesta.
Frente a isso, os livros que mais uso no momento são:
  • Three books on the Judgements of Nativities, de Johannes Schoener;
  • The Judgement of the Nativities, de Abu Ali Al Khayyatt.



Comentários

  1. Eu não acho seus textos rebuscados. Acho-os bem escritos, objetivos e ao mesmo tempo cheio de detalhes. Mas você consegue ser claro. E olha que às vezes faço leitura dinâmica e consigo "captar" e de outras repito umas 3 vezes o mesmo parágrafo, mas isso acontece por questões matemáticas/linguísticas e minha falta de experiência e de documentos (livros) em Astrologia. Daí fico dependente da internet, e se pudesse, imprimiria tudo que vocês escrevem, mas enfim, não foi pra isso que Deus me deu un cerveau, né? ;-)

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