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o dono da palavra

Quem detém o direito de dizer as palavras? Aleatoriamente, aléias de palavras se alinham frente ao cortejo de uma dor. Mas um dia alguém ridicularizou o cortejo de uma dor pomposa, imperial, e se entregou aos caprichos de uma puta insofismável no porto onde não se vislumbra mais nada além do mar. Puta dor. A existência perdeu sua coroa, cravada de Platãos, Aristóteles e Paulos, Agostinhos e Manilli. E vergonhosamente o poeta se orgulha de citá-los, pois hoje os jeitinhos alcançaram seu posto ao lado da filosofia e da poesia, e flertam-se assumidamente. A confusão entre jujubas rock e tartes de minuetos.

Sustentando as vísceras remexidas com a última verdade, continuo a escrever com alguma persistência, calcada na esperança de que o sustentar de um lento gozo é possível. Espero o aplauso passivamente, e dolorosamente sei residir nessa expectativa o recomeço de um lento ciclo da purificação de um brâmane que vê a miséria do alto de sua murada. De vislumbrar todos os gozos possíveis, até dos que partem de um masoquismo, o poeta sofre. As notas menores são escolhidas para se enviar ao ouvinte a tristeza. A escolha se encontra num limbo de impotência tal que duvida se a vida pode se recriada através de uma alegria.

O menino está descobrindo a vida, e o texto o obriga a assentar as necessidades a métrica do dissertar, três parágrafos, conclusão e nexo. A música se acaba mostrando notas com ares de epílogo, as notas não saem dessa verdade após se conhecer a música, mesmo esperando algo súbito interrompa a letr

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